27-Mar-2018 11:40 - Atualizado em 27/03/2018 11:52
Edição 103

A cultura do Vaquero

Eduardo Borba, articulista da Horse, diz como a tradição californiana formou e influenciou gerações de domadores

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Na edição 103, o articulista Eduardo Borba, um dos mais renomados horseman brasileiros, explica com a Cultura Vaquera dos californianos, conhecidos como Backaroos, formou e influenciou gerações de domadores e treinadores. Veja trecho baixo:

“O vaqueiro era duro com seu cavalo e com o gado. Mas não fazia disso um exibicionismo”

A Arte do Horsemanship nasceu há séculos. Muito antes que o primeiro vaqueiro californiano tivesse nascido. Arte essa que vinha de um conhecimento passado de pai para filho, de soldado para soldado.

O califórnio herdou essa arte do exército espanhol que, por sua vez, aprendeu muitos segredos que faziam parte das experiências dos homens que lutaram a cavalo na Ásia Central, no Egito, atravessaram o Norte da África, chegando na Espanha, para depois chegarem à América.

Quando pela primeira vez vi os cavalos californianos em ação, fiquei completamente encantado e percebi que aquele encantamento estava estruturado numa Cultura de raízes profundas, que foi se fragmentando no decorrer da história.

O fragmento dos Califórnios começou por volta de 1700 no México e que nos garante uma proximidade por ter chegado via Península Ibérica

Além disso, hoje consigo perceber que essa Cultura me permite fazer uma conexão direta com os ensinamentos do Zen, e das filosofias Orientais em geral, onde o discípulo precisa ter certos requisitos para que o Mestre possa trazê-lo para dentro do seu convívio.

Para se tornar um vaqueiro, um menino (de mais ou menos 12 anos) precisava não só absorver muito dessa sabedoria, mas colocá-la em prática antes de alcançar a sua ambição.

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