31-Jul-2021 01:10 - Atualizado em 31/07/2021 13:50
Horse Tokyo 2020

Brasil termina fase do Adestramento do CCE em 11º com esperança no Cross

Carlos Parro/Goliath (foto) foi o último a se apresentar, com 36.10 pp. Expectativa da equipe é melhorar o desempenho no circuito de Cross-Country 

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O cavaleiro do Time Brasil Carlos Parro fechou as reprises de Adestramento do Concurso Completo de Equitação (CCE), na manhã deste sábado de Tóquio, com 36.1 pontos perdidos (pp), o que representa 63,9% de aproveitamento. Ele foi o 63º conjunto a entrar em pista, fechando as apresentações de Adestramento, na arena do Equestrian Park Baji Koen. Com isso, o Brasil terminou esta primeira fase do Adestramento em 11º lugar, com os seguintes resultados individuais: Marcelo Tosi/Glenfly, em 21º na classificação individual (com 31.5 pp), Rafael Losano/Fuiloda G, em 43ª (36.0 pp), e Carlos Parro/Goliath, em 44º, com 36.10, somando 103.60pp.  A liderança está com a Grã-Bretanha, com 78.30 pp, seguida por Alemanha, com 80.40 pp, e Nova Zelândia, com 86.40. Nas disputas individuais. A liderança parcial está com o sempre favorito alemão Michel Jung, com 21.10 pp, seguido pelo britânico Oliver Townend, 23.60 pp, e o chinês Alex Hua Tian, com 23.90 pp.

Na Zona Mista do Equestrian Park de Tóquio, Carlos Parro disse à reportagem da Revista Horse que até achou a reprise boa, mas se queixou da falta de um apoio maior na parte do Adestramento. " As notas não foram o que a gente estava esperando, mas o cavalo se portou muito bem, não tem mais o que eu pedir. Para a gente é  muito difícil fazer isso sem ter alguém de baixo para nos ajudar... A gente fica sem saber como o cavalo tá  indo de fora", reclamou. Sobre a parte que teria sido mais prejudicial à sua performance, ele voltou a dizer que precisa de um olhar externo para observar. "Não consigo enxergar de cima, então não sei o que aconteceu, enquanto não ver o vídeo não vai dar para saber por que a nota não foi o que a gente esperava".

Sobre o desempenho do Time Brasil nessa primeira parte da competição, Parro disse que as notas do Marcelo Tosi, que a  princípio não pareciam tão boas, acabaram ajudando a equipe. "Ontem a gente não tinha noção que seria tão bom, e agora a gente viu que foi um resultado muito bom", avaliou.

Para ele, a etapa do Cross abre novas perspectivas para a equipe. "Agora é outra fase. Lá se perde muito mais pontos ou se ganha muito mais posições então é fazer o que a gente sabe fazer", disse, destacando que seu cavalo é novo, difícil de saber como vai se comportar, mas que já saltou "Cross desse jeito e tem tudo para ir bem".  Veja a íntegra da entrevista de Parro à Horse abaixo

Todos os cavaleiros brasileiros, que estiveram juntos na conquista da medalha de Prata por equipe no Pan-americano de Lima, no Peru, em 2019, estão confiantes que podem melhorar as performances no Cross-country, que será realizado neste domingo (1º/8), a partir das 7h45 da capital japonesa, e 19h40 da noite de sábado (31/7) no Brasil. A prova será Sea Forest Cross-Country Course, no circuito montado pelo course designer norte-americano Derek di Grazia. Ao todo serão 4.420 metros, com 23 obstáculos e 36 esforços, que devem ser percorridos com o tempo limite de 15;30 minutos. Na Live Horse Tokyo 2020 do dia 28/7, o cavaleiro Olímpico Ruy Fonseca comentou a dificuldade do percurso 4 Estrelas, que começa com obstáculos logo nos primeiros segundos (Veja AQUI).

A Ordem de entrada segue a mesma do Adestramento, com o Time Brasil entrando por último. Dessa forma, Marcelo Tosi/Glenfly entra em pista às 20h27 de sábado (31/7) no Brasil e Rafael Losano/Fuiloda G às 21h39. O cavaleiro Carlos Parro/Goliath fecha a prova largando às 22h45. A prova de Salto, que encerra a modalidade de Concurso Completo de Equitação será dia 2 de agosto, a partir das 17h de Tóquio (5h da manhã no Brasil). 

 

Marcelo Mastrobuono/Revista Horse - Luis Ruas/CBH
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