09-Mar-2021 15:19 - Atualizado em 11/03/2021 08:35
Enduro

Brasileiro fica entre os Top 10 do Ranking Mundial

Montando Monalisa CRH, égua Árabe de criação nacional, José Caio Frisoni Vaz Guimarães terminou em 9º lugar na categoria Young Rider do Ranking 2020 da FEI 

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O cavaleiro brasileiro José Caio Frisoni Vaz Guimarães, de apenas 20 anos, é um dos bons exemplos da projeção que o Enduro nacional vem ganhando no cenário equestre mundial. Em 2020, na sela de cavalos árabes, em especial de Monalisa CRH, uma égua de 12 anos, ele terminou em 9º lugar no Ranking Mundial de Enduro, na categoria Young Rider da Federação Equestre Internacional (FEI). O resultado foi muito comemorado pelos criadores de cavalo Árabe do Brasil, que têm apostado cada vez mais na produção de animais de alta performance para o esporte. 

Caio conta que, embora tenha corrido poucas provas em 2020 em razão da pandemia, ficou muito satisfeito com os resultados que o projetaram entre os 10 melhores do mundo na sua categoria. "Foi um ano muito atípico por causa da pandemia. Mesmo assim, conseguimos, eu e a equipe, conquistar um grande feito. Essa conquista deixou a mim, e toda a equipe muito felizes e realizados", disse.

O cavaleiro explica que o ranking da FEI usa a somatória de pontos obtidos durante todo o ano em provas chanceladas pela entidade. Como no ano passado houve poucas provas em decorrência da Covid-19, ele acabou participando de apenas quatro, todas no Brasil. "Provavelmente, se não fosse a pandemia eu teria participado de mais provas em busca de qualificação para o Campeonato Mundial de YR. Ou até por convite de amigos para correr provas no exterior", conta o competidor.

Com menos provas, diz Caio, também aumentou o grau de dificuldade, aumentando a pressão por bons resultados na maior parte das poucas provas que disputou. Uma das principais delas foi no Haras Endurance, onde ficou em 2º lugar nos 120 km YR (Young Rides), montando Monalisa CRH, uma égua Árabe de 12 anos, filha de Fausto CRH com Ali Mahakeshi, ambos com bom histórico na produção de cavalos de Enduro. "Estou montando essa égua desde 2018 com ótimos resultados, que vêm melhorando a cada prova", revela Caio.

Depois, na prova da Fazenda Nossa Senhora de Lourdes, montando outro exemplar Árabe, VG Norteña, terminou em 1º lugar nos 100km YR. Por fim, em outra prova na Fazenda Nossa Senhora de Lourdes, montando dessa vez o cavalo Árabe Cabo Frio CSM, subiu mais uma vez no lugar mais alto do pódio nos 120km YR.

Com os resultados do ano passado, Caio também conseguiu se qualificar para o Pan-americano deste ano, que, depois de 14 anos voltará a ser realizado no Brasil. O evento está programado para o dia 29 de julho, no Haras Albar, em Campinas (SP). No Pan, os conjuntos percorrem uma distância total entre 120km e 139km, em disputas individuais e por equipes. Cada nação pode se inscrever com apenas uma equipe, composta por três a cinco conjuntos.

Ao ser questionado sobre a importância do Cavalo Árabe como seu companheiro nesta conquista no Ranking Mundial de Enduro, Caio cita uma frase que, segundo ele, costuma muito dizer e que a cada dia fica mais precisa, “O cavalo Árabe é sinônimo de resistência. Resistência é sinônimo de enduro equestre. Portando, o cavalo Árabe e o enduro nasceram um para o outro", conclui.

 

Assessoria de imprensa
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