20-Dez-2020 14:39 - Atualizado em 20/12/2020 16:23
Eleição CBH

CBH publica nova data de eleição

Em edital publicado, Confederação Brasileira de Hipismo define dia 29 de janeiro para escolher novo presidente e vice da próxima gestão

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Depois de a  Comissão Eleitoral impugnar as duas chapas concorrentes na eleição de 30 de novembro, a Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) divulgou edital marcando para 29 de janeiro de 2021 o novo pleito para a escolha de presidente e vice-presidente para a gestão de 2021 a 2024. O edital de convocação foi publicado no dia 10 de dezembro, informando que o pleito ocorrerá a partir das 14h, no Prodigy Hotel, no Rio de Janeiro, mesmo local da primeira convocação, quando foram eleitos apenas os cinco membros do novo Conselho de Administração (veja Aqui). 

As duas chapas que participaram da primeira convocação e foram impugnadas eram a "CHB Forte e Ativa", com Bárbara Laffranchi e Fernando Sperb (Fêfo), e a "Hipismo para Todos", com Francisco José Mari (Kiko) e João Loyo, que até o momento mantêm as mesmas configurações. Com a nova data, outras chapas podem se inscrever, seguindo o regulamento publicado pela CBH (veja Aqui). Participam do Colégio Eleitoral que escolherá o novo presidente e vice 19 Federações e representantes dos Atletas eleitos pelo próprios cavaleiros. O voto de cada federação tem um peso diferente e, em alguns caso, cavaleiros tem mais peso que a federação. 

O protelamento da primeira eleição evidenciou a grade disputa entre as chapas, fato que não ocorria há muito anos. em entrevistas à Revista Horse, único veículo de comunicação presente no pleito, Fernando Sperb, vice da chapa "CBH Forte e Ativa" afirmou que "estavam com a eleição ganha" e acusou " o que aconteceu foi um desrespeito total ao hipismo. Já o vice da chapa "Hipismo para Todos", João Loyo", atribuiu à chapa adversário o imbróglio por ter "judicializado" a eleição, com ações na Justiça Comum antes mesmo do pleito. Na ocasião, o presidente do Conselho Eleitoral, Alexandre Beck Monglilhott, reconheceu que o adiamento irá gerar novos custos, mas afirmou que "é melhor começar tudo de novo, de uma forma mais tranquila, mais correta, do que ter uma intercorrência que possa prejudicar a nova de gestão". 

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