15-Fev-2021 17:41 - Atualizado em 15/02/2021 20:49
Equideocultura

IBEqui elege sua primeira diretoria

Eleição realizada nesta segunda-feira (15/2) definiu, por unanimidade, o nome de Caco Auricchio, da ABQM, para o comando do Instituto Brasileiro de Equideocultura

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Os membros do  Instituto Brasileiro de Equideocultura (IBEqui) elegeram, na tarde desta segunda-feira (15/2), Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio (Caco) como o primeiro presidente da entidade, para o biênio 2021/22. A escolha ocorreu de forma unânime, com a presença de representantes de associações de raça e de outras entidades correlatas. A eleição também definiu o nome de Manuel Carlos de Lima Rossitto para o cargo de presidente executivo, e Karina Poschen Bianco, como secretária executiva. 

A eleição foi realizada de forma virtual e dividida em duas etapas. Na primeira delas, os participantes definiram os nomes dos membros dos Conselhos de Administração e Fiscal (veja quadro). Depois, os presidentes das associações de raças do Quarto de Milha, Mangalarga Marchador, Mangalarga, Crioulo e Lusitano, que têm direito a voto, aprovaram por unanimidade o nome do atual presidente da ABQM, Caco Auricchio, para presidir o Conselho de Administração da entidade, já que havia sido o único a se apresentar como postulante ao cargo.

Muito dos participantes, entretanto, fizeram questão de destacar a importância de o presidente da ABQM assumir a gestão da primeira diretoria do Instituto, uma vez que foi a grande articuladora na reunião de todas as raças e no processo de formalização e oficialização do IBEqui. "Em pouco tempo vocês conseguiram colocar a entidade em pé e com êxitos", disse Luiz Ópice, do Mangalarga.

Em seu primeiro pronunciamento como presidente do IBEqui, Caco Auricchio agradeceu o voto de confiança e lembrou que a união de todas as raças e entidades ligadas aos cavalos era uma de suas metas quando assumiu a presidência da ABQM. "Precisamos dar voz em um só som na articulação de políticas públicas que trouxessem para nós, em primeiro lugar,  a segurança jurídica para desenvolver nossa atividade com os cavalos, e depois o braço de fomento que pudéssemos fazer as provas e todas as atividades com os cavalos", afirmou, destacando que o IBEqui pode ser a forma mais adequada de avanço da equideocultura nacional. "Acredito, de verdade, que esse grupo pode transformar a forma como se vem trabalhando a equideocultura no Brasil sob diversos aspectos, não só de sanidade, mas olhando também para o mercado e, acima de tudo, a segurança jurídica de nossas atividades", disse.

O novo presidente também sugeriu que logo na primeira reunião o IBEqui coloque em discussão e votação uma mudança no estatuto, permitindo que o número de entidades de raça com direito a voto seja ampliada dos atuais cinco para 10 entidades. "Senti um certo desconforto e acredito que podemos ajustar isso", afirmou.

Para o cargo de presidente executivo, Caco indicou o atual presidente da Junta Administrativa do IBEqui, Manuel Rossitto, que já vinha coordenando várias ações dentro do Instituto, entre elas a própria formalização da entidade, que ocorreu em agosto do ano passado. Em seu pronunciamento, Rossitto lembrou algumas ações que já estão em andamento, como a atualização do Estudo sobre o Complexo do Agronegócio Cavalo. "O nosso pano de frente agora é o IBEqui. Dentro de um curto espaço de tempo tenho certeza de que o cavalo estará em outro patamar", afirmou.

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