23-Ago-2021 18:07 - Atualizado em 24/08/2021 08:55
Cavalgadas

IBEqui propõe regulamentação e fomento do Turismo Equestre

Pacote de medidas foi apresentado ao ministro Gilson Machado Neto, durante encontro em Boituva (SP), com o objetivo de explorar o potencial do setor

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Representantes do IBEqui como o ministro do Turismo, em encontro em Boituva: perspectivas para o Turismo equestreDivulgação

O potencial do Turismo Equestre brasileiro foi pauta de um encontro de representantes do Instituto Brasileiro de Equideocultura (IBEqui) e a Associação Brasileira de Turismo Equestre (ABTE) com o ministro do Turismo, Gilson machado Neto, no sábado (21/8), em Boituva, no interior de São Paulo. Na ocasião, foi apresentado um pacote de ações elaboradas e desenvolvidas com o objetivo de fomentar o setor, lembrando o grande potencial da atividade, que já movimenta mais de 20 milhões de pessoas em nível mundial.

Manuel Rossitto, presidente executivo, e Caco Auricchio, presidente do Conselho de Administração do IBEqui, realizaram a apresentação da proposta diretamente ao ministro Gilson Machado Neto, destacando o papel, que o Instituto vem desenvolvendo em prol da equidecultura nacional.  “O IBEqui tem como missão promover o crescimento do setor, através de atividades de relevância econômica, pública, social, sustentável e cultural”, destacou o presidente executivo.

A proposta contempla os seguintes itens:

  • Qualificar os prestadores de serviços de Turismo Equestre e estabelecer padrões mínimos de qualidade e segurança;
  • Apresentar e aprovar em órgãos oficiais uma Proposta Técnica de Normatização de Turismo Equestre em Unidades de Conservação;
  • Sensibilizar os vários setores que podem interagir com a atividade de Turismo Equestre, destacando-se: IBEqui/Associações de Raças, Ministério do Turismo, MAPA, Instituições (Sistema S/Sebrae e Senar);
  • Apoiar/coordenar a criação de rotas de Turismo Equestre em várias regiões do Brasil;
  • Fomentar/regulamentar o Turismo Equestre em parques, promovendo a disseminação de conhecimento, como a cultura e a lida do vaqueiro no campo;
  • Estimular a arte (artesanato, música e outras manifestações artísticas), a gastronomia regional e a cavalgada nesses espaços, para as famílias da cidade e do campo.

Para o ministro, propostas como a do IBEqui fomentam o desenvolvimento do turismo no Brasil, além de valorizar atividades correlatas, em diferentes partes do país. “O Instituto congrega mais de 30 entidades filiadas, que integram toda a indústria do cavalo, que movimenta mais de 16 bilhões ao ano na economia nacional e que é responsável por mais de três milhões de postos de trabalho no país”, pontuou Manuel Rossitto.

De acordo com Caco Auricchio, o Brasil tem um plantel estimado em 5,7 milhões de equinos. Desses, mais de 1 milhão estão destinados ao esporte e lazer, e quase 4 milhões são utilizados na lida do campo. “Esses animais estão distribuídos em mais de 1,5 milhão de propriedades. Diante desse cenário promissor, a proposta terá relevante impacto na economia local, estadual e nacional”, completou o presidente do Conselho de Administração do IBEqui.

Assessoria de imprensa IBEqui/Fotos Arquivo Revista Horse
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