30-Jan-2020 10:45 - Atualizado em 30/01/2020 11:05
Muladeiros

Os sabores do tropeirismo

Concurso da "Queima do Alho" evidencia a tradição do movimento que ajudou a desenvolver o Brasil no lombo de burros e mulas. Veja as fotos!

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Lizi Dalenogari, Os sabores do tropeirismo
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Tal qual a cavalgada que reúne milhares de conjuntos (cavaleiro/mula) percorrendo a Av. Pará, a Queima do Alho já virou uma saborosa tradição no Encontro de Muladeiros de Iporá (GO). Este ano foram 17 comitivas inscritas para disputar a premiação (uma moto 0km), conferida a primeira colocada no concurso.

A grande vencedora deste ano foi a comitiva Só Muares, da cidade de Rio Verde (GO), enquanto que a comitiva Família Chabuta, de Amorinópolis, também de Goiás, ficou com a segunda colocação. A comitiva Costa Rica, da cidade do mesmo nome, do estado do Mato Grosso do Sul, foi a terceira colocada.

A disputa entre torresmo pururuca, carne defumada, linguiça caseira e tantas outras iguarias dos tempos dos tropeiros, foi intensa. Literalmente aqueceu o recinto destinado ao evento, dentro do Parque de Exposições Arthur da Costa Barros, de Iporá.


Na Queima do Alho, cada comitiva deve se esmerar no preparo dos pratos, seguindo a risca o cardápio (arroz carreteiro, feijão gordo e Paçoca de carne. O preparo de uma carne ou outro acompanhamento, como torresmo ou linguiça, é opcional, e não conta pontos na avaliação dos degustadores oficiais.


As comitivas chegam logo pela manhã e começam os preparativos para a grande disputa. Num fogão improvisado, tal qual à época dos tropeiros, os ingredientes vão sendo colocados em uma enorme panela. Os cozinheiros se esmeram no toque pessoal de cada prato, respeitando as regras da competição.

Por volta das 12h tudo está pronto e o público se aglomera na entrada do recinto destinado à Queima do Alho. Divididos em duas equipes, os julgadores, percorrem as tendas de todas as comitivas, provando os pratos preparados. Equipe A avalia -- traia de cozinha, originalidade e apresentação dos pratos; Equipe B se encarrega de julgar: arroz carreteiro, feijão gordo e a paçoca de carne.

Após a retirada dos degustadores é a vez do público saciar o desejo da comida tropeira. Paga-se um ingresso para entrar no recinto, com direito a prato descartável e talheres. Aí é só percorrer cada uma das comitivas participantes e se servir a vontade. Pode repetir quantas vezes a barriga aguentar e nem mesmo as longas filas são capazes de inibir o apetite dos visitantes.

Revista Horse/ Fotos Lizi Dalenogari
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