13-Set-2018 11:37 - Atualizado em 14/09/2018 13:54
WEG 2018 - Direto de Tryon (EUA)

Prova de Enduro é cancelada e gera polêmicas e protestos

Conjuntos tiveram de fazer relargada depois de 40 km e prova foi suspensa por "questões climáticas"

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A prova de Enduro dos FEI World Equestrian Games (WEG) foi marcada por equívocos, confusões e é cancelada, gerando protesto entre representantes dos países participantes, entre eles o Brasil, que prometem processar a Federação Equestre Internacional (FEI).

O primeiro grande erro ocorreu já na largada, feita de local errado. Depois de percorrer mais de 40 km, cavaleiros foram convocados a dar nova largada. No final da tarde, a organização informou que o restante da competição  havia sido cancelada, devido a uma “perigosa alta combinação de calor e umidade, e as condições para fora na fuga seguintes forte chuva desta tarde.” “A decisão de cancelar, que está de acordo com o Regulamento Geral da FEI, o artigo 109,12 foi unânime entre o Presidente do Júri de Campo, Delegado Técnico e Presidente da Comissão Veterinária, e Comissão Organizadora”, informou uma nota divulgada pela organização do WEG..

No documento, eles garantem que a decisão está em consonância com o Código de Conduta da FEI para o Bem-Estar do Cavalo. “Esta foi uma decisão difícil de tomar, mas foi feito com cavalo e bem-estar atleta em mente que as condições esta tarde depois da chuva resultaram em níveis extremamente elevados de umidade e, combinado com o aumento do calor, ele foi considerado inseguro para continuar o passeio ”, o Presidente da Comissão Veterinária Thomas Timmons disse.

Além disso, após falsa partida desta manhã, o FEI incumbiu a Unidade independente Comunidade Equestrian Integrity (ECIU), que está no local aqui em Tryon, para fazer uma investigação completa sobre as circunstâncias que resultaram em algumas combinações cavalo/atleta estar mal direcionada. A investigação incluirá entrevistas com os funcionários, voluntários, o Comitê Organizador e todos os outros profissionais relevantes para fornecer uma imagem completa do que aconteceu.

A decisão revoltou os dirigentes dos países participantes, que prometem processar a FEI. “A prova foi uma vergonha. Jogaram um grupo para um lado e outro para outro, deram a largada as 11h15 e por volta das 3h15 da tarde resolverem cancelar a prova, porque tinha alguns cavalos no hospital. Foi uma das maiores vergonhas que já presenciei no enduro”, criticou José Carlos Vaz Guimarães, diretor de Prova do Instituo Enduro Brasil”, destacando que está na modalidade há 25 anos e foi algo inenarrável.

Segundo ele, haviam dois brasileiros entre os 10 primeiros, entre eles o Pedro Marino, que chegou em terceiro, e Ana Carla Maciel, que ia chegar entre os 10 primeiros também teve de reiniciar a prova . “Nós vamos entrar com processo legal em cima da organização em da FEI”, afirmou.

A opinião de Guimarães é compartilhada praticamente com todos os envolvidos na prova e espantou também atletas de outras modalidades.

Revista Horse
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