01-Mar-2021 15:46 - Atualizado em 01/03/2021 16:20
Paraequestre

Rodolpho Riskalla é soberano no Catar

Cavaleiro brasileiro venceu de ponta a ponta e fechou sua participação superando 80% no FreeStyle CPEDI3* AL Shaqab, e Doha 

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Com atuação espetacular, o cavaleiro brasileiro Rodolpho Riskalla, montando Don Henrico, garantiu 100% de aproveitamento no Concurso Internacional Paraequestre CPEDI3* AL Shaqab, em Doha no Catar. Habilitado para os Jogos Paralímpicos de Tóquio, venceu as três provas que disputou: na quinta-feira (25/2), sexta-feira (26/2) e novamente no sábado (27/2), dessa vez registrando nada menos 81.075% de Freestyle Grau IV.

Com esse resultado, Rodolpho, 37 anos, completa três anos consecutivos com 100% de aproveitamento no estádio Al Shaqab 2019/2020/2021, totalizando nada menos que nove vitórias. "Fui superbem hoje também, melhor reprise que já fiz com Don Henrico. Nos três dias foram os melhores percentuais que já tive com o Don Henrico, que realmente está em sua melhor forma. É bom demais poder voltar a fazer prova, nessa época conturbada de Covid-19. A gente está feliz demais com o resultado", destacou o campeão que monta Don Henrico, de propriedade da ex amazona olímpica alemã Ann Katrin Lisenhof, desde julho de 2017.

"Agora daqui a duas semanas eu vou para um Internacional em Macon Chaintre na França com meu outro cavalo Don Frederic, propriedade da nossa amiga brasileira Tania Loeb Wald. E agora o meu foco total é a preparação para Tóquio", garante o Rodolpho, uma das principais apostas de medalha do hipismo brasileiro nos Jogos Olímpico e Paralímpicos em Tóquio.

A treinadora de Adestramento Rosangele Riskalla, mãe do cavaleiro, destacou que "o juiz presidente do juri em Doha, o alemão Marco Orsini, que vai julgar os Jogos Paralímpicos de Tóquio, adorou a performance do conjunto, com uma nota 10 e vários 9. Passar dos 80% de aproveitamento é um sonho realizado", comemorou.

Superação ímpar

Rodolpho, hoje com 37 anos, pratica adestramento desde a infância e aderiu ao adestramento paraequestre no início de 2016 seis meses após a perda da parte inferior das duas pernas, a mão direita e dedo da mão esquerda em decorrência de uma meningite. Menos de um ano depois defendeu o país nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 e, em 2018, foi o melhor brasileiro nos Jogos Equestres Mundiais 2018 nos EUA conquistando duas medalhas de prata no adestramento paraquestre. Veja a história completa de Rodolpho Riskalla na entrevista publicada pela Revista Horse em 2018, pelo link abaixo

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Assessoria CBH
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