22-Set-2021 14:46 - Atualizado em 22/09/2021 16:34
Enduro 2021

Rodrigo Barreto é o campeão brasileiro

Montando Mandalla Rach, cavaleiro venceu a principal prova, o CEI3* de 160 km, do Campeonato Brasileiro de Enduro Equestre (CBEE) 2021, Veja com ficaram todos os pódios

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Mandalla Rach (Pavel Rach x Minuette Rach) é uma égua Puro Sangue Árabe de 11 anos,  de propriedade de Eduardo Xavier Barreto Júnior, Enduro,  cavalo Árabe,  campeonato brasileiro,  CBH,  Rodrigo Barreto, Divulgação, Rodrigo Barreto é o campeão brasi
1/7 Mandalla Rach (Pavel Rach x Minuette Rach) é uma égua Puro Sangue Árabe de 11 anos, de propriedade de Eduardo Xavier Barreto JúniorDivulgação
Cabo Frio CSM (*Eksport x Ahuar) é um macho castrado,  PSA nascido em 2005,  propriedade de José Carlos Vaz Guimarães, Enduro,  cavalo Árabe,  campeonato brasileiro,  CBH,  Rodrigo Barreto, Divulgação, Rodrigo Barreto é o campeão brasileiro
2/7 Cabo Frio CSM (*Eksport x Ahuar) é um macho castrado, PSA nascido em 2005, propriedade de José Carlos Vaz GuimarãesDivulgação
Tiago Manetta e NNL Tremendão durante "pitstop" na trilha. NNL Tremendão (RSC EL DEB Haran x NNL Miss Darling) é um macho PSA nascido em 2011, Enduro,  cavalo Árabe,  campeonato brasileiro,  CBH,  Rodrigo Barreto, Divulgação, Rodrigo Barreto é o camp
3/7 Tiago Manetta e NNL Tremendão durante "pitstop" na trilha. NNL Tremendão (RSC EL DEB Haran x NNL Miss Darling) é um macho PSA nascido em 2011Divulgação
1º Tiago Manetta de Lana/ 2º Fernando Gonçalves/ 3º Gerson Guerra/ 4º Cláudio Kalume/ 5º Eliton de Paula e 6º Carlos Augusto Paes de Barros, Enduro,  cavalo Árabe,  campeonato brasileiro,  CBH,  Rodrigo Barreto, Divulgação, Rodrigo Barreto é o campeã
4/7 1º Tiago Manetta de Lana/ 2º Fernando Gonçalves/ 3º Gerson Guerra/ 4º Cláudio Kalume/ 5º Eliton de Paula e 6º Carlos Augusto Paes de BarrosDivulgação
1º - Pedro Stefani Marino e Conan D Jok Trio (FPH) /2º - Rafaela Pantel e La Tache D Jok Trio (FHBr) 3º Isabella Campedelli e Taye, Enduro,  cavalo Árabe,  campeonato brasileiro,  CBH,  Rodrigo Barreto, Divulgação, Rodrigo Barreto é o campeão brasile
5/7 1º - Pedro Stefani Marino e Conan D Jok Trio (FPH) /2º - Rafaela Pantel e La Tache D Jok Trio (FHBr) 3º Isabella Campedelli e TayeDivulgação
1º Fernanda Abreu e Pocahontas HVP/ 2º Rafaela Barreto e Tannat XB/ 3º - Rodrigo Saliba e Blues Master Rach/ 4º - Gabriela Abreu e Thelos T, Enduro,  cavalo Árabe,  campeonato brasileiro,  CBH,  Rodrigo Barreto, Divulgação, Rodrigo Barreto é o campeã
6/7 1º Fernanda Abreu e Pocahontas HVP/ 2º Rafaela Barreto e Tannat XB/ 3º - Rodrigo Saliba e Blues Master Rach/ 4º - Gabriela Abreu e Thelos TDivulgação
João Pedro Antocheski (esquerda) e Diogo Martins (direita) em sprint na busca pela vitória, Enduro,  cavalo Árabe,  campeonato brasileiro,  CBH,  Rodrigo Barreto, Divulgação, Rodrigo Barreto é o campeão brasileiro
7/7 João Pedro Antocheski (esquerda) e Diogo Martins (direita) em sprint na busca pela vitóriaDivulgação
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As trilhas da região do Haras Minas Gerais, em Caetanópolis (MG), ficaram movimentadas nos dias 17 e 18 de setembro pelos enduristas de cinco estados. O motivo foi a busco dos títulos de diferentes categorias do Campeonato Brasileiro de Enduro Equestre (CBEE) 2021.Na maior categoria do esporte, CEI 3* 160km, o grande campeão foi o brasiliense Rodrigo Barreto. Montando Mandalla Rach, finalizou a prova após 8 horas e 51 minutos de trilha, com velocidade média de 18.05 km/h, após os seis anéis percorridos na disputa.

Rodrigo conta que foi uma prova difícil, principalmente pelo calor e tempo seco na região. " O clima estava muito quente e seco, o que aumentou bastante a dificuldade para os cavalos. A trilha de lá é sempre bem legal de fazer, mas tem muitas subidas leves e longas, o que dificulta a percepção de dificuldade para o cavalo", explicou Rodrigo.

Após uma penalização no primeiro vetcheck, Rodrigo conta que ficou mais fácil seguir sua estratégia inicial: "Como já era previsto o calor, a estratégia era andar mais no primeiro anel, que é mais fresco, e depois reduzir a velocidade. Acabou que a penalização no primeiro vetcheck facilitou a minha decisão de andar menos nos próximos anéis. Foi mais fácil fazer uma prova gradual e manter o foco na minha prova, que proporcionou que a minha égua chegasse muito bem até o final da prova."

O Brasileiro de Enduro acontece anualmente e é considerado uma das disputas mais esperadas do calendário nacional, por isso, a vitória tem sempre um gostinho especial. "Foi uma emoção muito grande. Eu já havia sido vice-campeão brasileiro de 160km em outro ano, e com a Mandalla tive duas eliminações recentes, ambas no último anel após provas muito boas. Conseguirmos fechar bem a prova no Brasileiro foi um resultado muito gratificante. Além disso, o Brasileiro sempre é muito especial porque todos vão com os cavalos muito bem treinados e experientes, para fazer provas fortes. A exemplo do Pedro (Marino) com Al Saida Larzac e o André (Vidiz) com Bonitão Endurance. Todo mundo dá o sangue para se consagrar campeão e o nível é mais alto do que em outras provas", finalizou Rodrigo.

No sábado mais uma disputa 3* foi realizada, dessa vez de 140km. A largada foi às 5h30 da manhã e às 17h37, cruzavam a linha de chegada as competidoras Fernanda Abreu com Pocahontas HVP e Rafaela Barreto com Tannat XB. Após completarem os 140km juntas, a disputa ficou para o último segundo de prova, com um "sprint" emocionante e em alta velocidade que resultou na vitória da amazona da casa Fernanda (FHMG), seguida pela brasiliense Rafaela, ambas com velocidade média de 17.23km/h.

Também sentindo que o calor afetou fortemente a estratégia de prova de todos, Fernanda comentou a experiência. "Quem imaginou um Brasileiro de tudo ou nada, com muita velocidade, não foi o que atingimos. Foi muito mais estratégico, pensando na saúde do cavalo, com consciência e poupando os animais. O sentimento de ser campeã brasileira foi muito bom! Principalmente por ser o meu primeiro 3* com uma égua que é a paixão da minha vida. Nosso conjunto tem 100% de aproveitamento, nunca fomos eliminadas. E fiquei muito feliz que mostramos ser um bom conjunto."

Outra categoria que foi definida no "sprint" foi a CEI 2* 120km Young Riders. Após 7 horas e 21 minutos de trilha, o brasiliense Diogo Martins e o paranaense João Pedro Antocheski cruzaram a linha de chegada em altíssima velocidade na busca pelo título. O primeiro a cruzar a chegada foi o paranaense, porém após eliminação no vetcheck final, a vitória foi para Brasília e Diogo Martins sagrou-se campeão montando Verve Rach. A vice-campeã foi a paulista Helena Haaland com Valente HEB.

Na categoria Adulto, a vitória dos 120km ficou com Minas Gerais: após andar na ponta durante toda a disputa, Tiago Manetta e NNL Tremendão levaram o título com velocidade média de 18.21km/h. "A prova foi mais difícil do que vínhamos fazendo no Brasil. A sensação térmica estava de 35°C para cima, com um tempo muito seco, com muita poeira na trilha. Então, tivemos que pensar do início ao fim na estratégia da prova. Foi uma disputa com anéis longos, o último tinha 28km, tivemos que fazer essa gestão para manter o cavalo muito bem. E ele respondeu, com boas recuperações cardíacas. Tinha uma certa tensão na equipe, porque o cavalo vinha de uma eliminação após reinspeção final na prova do Haras Albar, mas ficamos atentos e trabalhamos firme. No final, deu tudo certo e ficamos muito contentes com o resultado. E o mais importante: o cavalo terminou muito bem!", comentou o campeão.

Encerrando os resultados das categorias FEI, no CEI 1* 100km, a vitória foi do sempre competitivo Pedro Marino (FPH) com Conan D Jok Trio, com velocidade média de 18.71km/h. A prata e bronze foram para Brasília: Rafaela Pantel sagrou-se vice-campeã montando La Tache D Jok Trio com velocidade de 18.07 km/h e o terceiro lugar foi de Isabella Campedelli e Taye, que concluíram a prova com média de 17.45 km/h.


 

 

Assessoria CBH
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