06-Mai-2019 18:18 - Atualizado em 15/05/2019 10:35
Paraequestre

Time Brasil é bronze na Alemanha

Equipe formada Rodolpho Riskalla, Sergio Oliva, Marcos Alves (Joca) e Tiago Fonseca compete no CPEDI 3*, em Mannheim, Alemanha. Nesta terça (7) tem freestyle

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paraequestre, Sergio Oliva, Marcos, Joca, Tiago, Rodolpho Riskalla, Divulgação
Sergio, Marcos, Tiago e Rodolpho com chefe de equipe Rodrigo Braga (de amerelo) Divulgação
O Time Brasil de Adestramento Paraequestre continua sendo a melhor expressão do hipismo nacional em terras estrangeiras. No CPEDI3* de Mannheim, tradicional de torneio de maio na cidade alemã, o quarteto de brasileiros formado por Rodolpho Riskalla (Don Henrico), Marcos Fernandes Alves, o Joca (Vladimir), Sergio Oliva (Coco Chanel M) e Tiago Fonseca (Elise) conquistou o bronze, depois de duas apresentações. Os  cavaleiros brasileiros voltam á pista nesta terça-feira (7) para a disputa do Freestyle.

Os melhores resultados do Brasil ficaram por conta de Rodolpho Riskalla, com Don Henrico, que ficou com o 2º lugar no domingo (5), e vitória nesta segunda-feira (6), respectivamente com 72,375% e 72,561% de aproveitamento. Sergio Oliva, com Coco Chanel M, conquistou duas vezes a 3ª colocação, com 69,464% e 68,512%. Marcos Fernandes Alves, com Vladmir, chegou em 6º e 8º lugar, e Tiago Fonseca, com Elise, foi 10º e 13º colocado.

paraequestre, Rodolpho Riskalla, Rodrigo Braga, Don Henrico , Dilvugação
Rodolpho, com sua irmã Victória e Don Henrico e Rodrigo BragaDilvugação
Riskalla comemorou a conquista e o fato de ter superado sua principal adversária do Word Equestrian Game (WEG) 2018, no mundial dos EUA. "Especialmente hoje fiquei muito satisfeito por ter conseguido superar a campeã mundial 2018 Sanne Voets, da Holanda, que havia vencido no domingo", comentou ele, que semana que vem compete no Internacional de Adestramento Clássico em Compiegne, na França, buscando uma vaga no Time Brasil nos Jogos Pan-americanos 2019 em Lima, no Peru.

Para garantir a vaga nos Jogos Paralímpicos Tokyo 2020, o Brasil precisa estar entre os sete melhores países do ranking da Federação Equestre Internacional em janeiro de 2020, já excluindo Inglaterra, Holanda e Alemanha, que garantiram suas vagas olímpicas nos Jogos Equestres Mundiais 2018. Caso o Brasil não alcance o resultado desejado, ainda poderá se qualificar pelas Américas, se o Canadá e EUA ficarem na frente do Brasil entre as melhores sete equipes do ranking FEI. "Temos boas chances de alcançar nosso objetivo, mas ainda temos um longo caminho pela frente", destaca Marcela Parsons, diretora de Adestramento Paraequestre da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH).

Os brasileiros disputam o paraequestre em diferentes categorias. Riskalla, por exemplo compete no Grau IV, Sergio Oliva no Grau I, Joca no II e Tiago Fonseca no Grau V. As categorias, que variam de I a V, são divididas em ordem do maior ao menor grau de comprometimento físico dos atletas, o que se reflete no grau de dificuldade das reprises.

Nesta terça-feira (7), os brasileiros voltam ao picadeiro em Mannheim disputando o Freestyle - exercícios obrigatórios em sequencia livre com acompanhamento de temas musicais.

Assessoria de Imprensa CBH/Fotos Divulgação
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