23-Set-2018 11:05 - Atualizado em 24/09/2018 10:00
WEG 2018

Volteio do Brasil é 9º do mundo

Jovem equipe fala à Horse sobre o desafio de representar uma modalidade pouco conhecida e apoiada. Veja fotos exclusivas da Revista Horse

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Pouco conhecida no Brasil, a modalidade de Volteio conseguiu encerrar sua participação no FEI World Equestrian Games (Jogos Equestres Mundiais) em 9º lugar, ficando entre as 10 melhores do mundo, à frente de países como Canadá (10º) e Rússia (12º). A final foi realizada neste sábado (22/9), entre os 12 melhores classificados,  a Alemanha ficou com o Ouro, Suíça com a Prata e Austrália com o Bronze.

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O Time comandado pela chefe-de equipe Maria Luiza Giugni, com os volteadores Fernanda Dib Gabriel, Luana Maceiras Astolfi, Manuela Bastos 

Delgado, Manuela de Paula Souza Chade e Olivia Tavares Vieira da Cunha e o experiente volteador Nicolas Martinez Valência, o Nico, comemorou muito o resultado, juntamente com os reservas Clara Zerwes Tremblay e Giovanna M. G. Pimentel e toda comissão técnica. " A gente fez o que a gente vem treinando, e se dedicando. O espírito da equipe está de parabéns, porque isso aqui foi realmente uma família. Acho que a gente conseguiu mostrar para todo o mundo que somos uma equipe top", disse o mais experiente Nicolas Martinez Valência, o Nico, logo após a apresentação, na Zona Mista da Arena Indoor do Centro Equestre Internacional de Tryon.

A estreia do Brasil foi na terça-feira, 18, na fase de exercícios obrigatórios, em que os atletas se apresentam individualmente. O time somou 6.045 pontos, se posicionando em 9º lugar na classificação geral. Nesta quinta-feira, 20, na primeira série de exercícios livres (Freestyle) a nota saltou para 6.992 pontos. “Estou muito contente com a performance da equipe. Cometemos alguns erros no início da série livre, mas o restante foi muito bom. O time evoluiu muito desde o último Mundial da modalidade, em Le Mans, França, em 2016. A evolução na nota de exercícios obrigatórios é muito importante”, comentou Maria Luiza Giugni, a Malu, chefe de equipe, cargo que exerceu nos Jogos Equestres Mundiais de 2014 na Normandia e no Campeonato Mundial de 2016 em Le Mans. Como atleta, Malu integrou a equipe nos Jogos de Aachen 2006 e Kentucky 2010, e nos campeonatos Mundial e Europeu de 2008, em Brno, República Tcheca e de 2012 em Le Mans.

Malu também ressalta a importância da égua Lunar Eclipse no desempenho do Brasil. Já eleita como “o melhor cavalo da equipe canadense de Volteio”, Lunar Eclipse é propriedade da norte americana Kimberlly Wellmann, lunger da equipe verde amarela: “Foram meses de busca até encontrarmos a ‘Moon’. Suas notas nos ajudaram muito. Agora, nesta reta final, quero agradecer a Kimberlly e ao canadense Todd Griffiths que nos ajudou muito com toda organização”, diz.

A técnica do Time Brasil de Volteio é a alemã Agnes Werhahn, colecionadora de títulos mundiais e alemães como técnica da equipe de Neuss, e responsável pelo tricampeonato mundial da atleta individual Nadia Zülow (2000/2002/2004).

O Volteio no Brasil

Um misto de volteadores experientes e estreantes em Jogos Equestres Mundiais caracteriza a equipe brasileira. Maior detentor de conquistas internacionais do time verde amarelo, Nico compete pela quarta vez nos Jogos: em Jerez de La Frontera 2002 competiu no individual; em Aachen 2006 no individual e por equipe; e em Kentucky 2010 por equipe, quando o Brasil foi 6º colocado, o melhor resultado do país na competição.

Outras duas atletas integraram a equipe brasileira nos Jogos da 2014, na Normandia: Fernanda Dib Gabriel e Olivia Tavares Cunha. Estreando nos Jogos, mas com experiência em competições internacionais estão: Luana Astolfi, Manuela Delgado e Manuela Chade.

O Brasil no WEG

Este ano foi a sexta vez que o Volteio do Brasil compete nos Jogos Equestres Mundiais. Na estreia, em Roma 1998, contou com três representantes na disputa individual: Flávia Thermudo Guida (31º lugar), Elizabeth Romero (38º) e Thais Tavares Paes (40º). Em Jerez de La Frontera 2002, na estreia como equipe ficou em 9º e Flávia Themudo Guida foi 13ª colocada no individual. Em Aachen 2006, a equipe sênior ficou em 8º lugar. Em Kentucky 2010, o 6º lugar da equipe foi o melhor resultado do Brasil e em 2014, na Normandia, o Brasil ficou em 13º lugar.

Revista Horse/CBH
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